Já tinha pensado no tema dessa postagem a um tempo, mas acho que agora minha mente está bem sintonizada no assunto e posso discursar com um pouco mais de senso (ou não).
Primeiramente, se você é o tipo de pessoa que acredita em perfeição, em um amor idealizado ou que as coisas sempre dão certo bastando que você acredite nelas, nem continue lendo, porque não é isso que eu vou falar aqui.
Eu vou adotar uma perspectiva pessoal, já que acredito que o jeito de cada um lidar com o amor é tão próprio e único como a personalidade. Então, o que será descrito aqui é o que eu sinto (no momento) em relação a isso.
Acho que seria capaz de amar qualquer pessoa se houvesse algo nela que me agradasse. eu tenho a (terrível) mania de achar que o lado bom sempre compensa o lado ruim. As vezes é verdade, claro, porque não se pode amar de verdade alguém sem aprender a conviver com os defeitos dela. Mas eu acho que as vezes ultrapasso o limite do saudável. O amor não é cego, somos nós que fechamos os olhos para que não enxerguemos nada que possa estragá-lo.
De vez quando fechamos logo os olhos, tapamos os ouvidos e calamos a boca. E quando fazemos isso o que acontece? Acreditamos piamente que nossas expectativas vão se cumprir. Ai vem o tapa na cara que a vida nos dá, que nos pede para acordar e deixarmos de nos enganar, porque isso não é felicidade verdadeira.
Penso que cada um carrega dentro de si um vazio interior e cada um lida com o seu de uma forma. Alguns simplesmente deixam pra lá, outros acham algo que os complete e outros entopem o vazio (sem nunca acabar com ele de fato) com tudo que vêem pela frente no desespero de preenchê-lo.
Vou copiar aqui uma reflexão que fiz no meu diário e que faz muito sentido no post. "Para dar certo você precisa ser a pessoa que ocupará o lugar de todos os vícios. Se você não for o suficiente para preencher os vazios e buracos da vida do outro certamente não ficará com ele pra sempre, embora o pra sempre não exista." Se for mesmo amor, tem que ser assim.
Agora falando efetivamente de expectativas. Eu quero alguém que faça com que o resto esteja em segundo plano. Existem tipos e tipos de amor e com isso eu só quero dizer que esse amor tem que se sobrepor à coisas menos importantes sabe? Quando a gente ama, não tem como. Nós mudamos e mudamos o outro também. Faz parte não lamentar essas mudanças, faz parte apreciá-las.
Eu espero alguém que simplesmente faça parte do meu mundo, que me deixe fazer parte do dele e que construa comigo um mundo só nosso. Alguém com quem eu queira caminhar junto independente do caminho.
Quando começamos a gostar mesmo de alguém, passamos a fazer projeções e roteiros sobre como gostaríamos que as coisas fossem. É obvio que nada acontece desse jeito. Mas certos fatos gerais, tem que ser obrigatoriamente iguais aos que mentalizamos para que as coisas deem certo. Se a outra pessoa ao longo do tempo se demonstrar totalmente diferente do que você esperava, não tem como, porque a nossa realidade tem que ser pelo menos em parte a realização de nossos sonhos. Não adianta claro, sonhar com príncipes de fadas, a não ser que você atualize o seu conto.
Não vamos encontrar ninguém que seja totalmente igual idealizamos, mas precisamos encontrar alguém que de certa forma se encaixe na na 'fôrma' que criamos. Porque é isso que fará com que ela complete esse vazio que eu disse anteriormente que temos. E se ela realmente te preencher, todo o resto que você usava pra 'tampar' esse buraco não precisará mais existir na sua vida, vai torna-se dispensável. Acho que essa é a verdadeira mudança necessária para amar, largar coisas que fazia antes, porque você é verdadeiramente completo agora...
"Porque amor, ainda que tudo a minha volta esteja quebrado e destruído, meu mundo é inteiro com você. Você é minha paz quando eu estou em guerra." - Tirado do meu Diário de Namoro.
Paz... e amor! :)
Primeiramente, se você é o tipo de pessoa que acredita em perfeição, em um amor idealizado ou que as coisas sempre dão certo bastando que você acredite nelas, nem continue lendo, porque não é isso que eu vou falar aqui.
Eu vou adotar uma perspectiva pessoal, já que acredito que o jeito de cada um lidar com o amor é tão próprio e único como a personalidade. Então, o que será descrito aqui é o que eu sinto (no momento) em relação a isso.
Acho que seria capaz de amar qualquer pessoa se houvesse algo nela que me agradasse. eu tenho a (terrível) mania de achar que o lado bom sempre compensa o lado ruim. As vezes é verdade, claro, porque não se pode amar de verdade alguém sem aprender a conviver com os defeitos dela. Mas eu acho que as vezes ultrapasso o limite do saudável. O amor não é cego, somos nós que fechamos os olhos para que não enxerguemos nada que possa estragá-lo.
De vez quando fechamos logo os olhos, tapamos os ouvidos e calamos a boca. E quando fazemos isso o que acontece? Acreditamos piamente que nossas expectativas vão se cumprir. Ai vem o tapa na cara que a vida nos dá, que nos pede para acordar e deixarmos de nos enganar, porque isso não é felicidade verdadeira.
Penso que cada um carrega dentro de si um vazio interior e cada um lida com o seu de uma forma. Alguns simplesmente deixam pra lá, outros acham algo que os complete e outros entopem o vazio (sem nunca acabar com ele de fato) com tudo que vêem pela frente no desespero de preenchê-lo.
Vou copiar aqui uma reflexão que fiz no meu diário e que faz muito sentido no post. "Para dar certo você precisa ser a pessoa que ocupará o lugar de todos os vícios. Se você não for o suficiente para preencher os vazios e buracos da vida do outro certamente não ficará com ele pra sempre, embora o pra sempre não exista." Se for mesmo amor, tem que ser assim.
Agora falando efetivamente de expectativas. Eu quero alguém que faça com que o resto esteja em segundo plano. Existem tipos e tipos de amor e com isso eu só quero dizer que esse amor tem que se sobrepor à coisas menos importantes sabe? Quando a gente ama, não tem como. Nós mudamos e mudamos o outro também. Faz parte não lamentar essas mudanças, faz parte apreciá-las.
Eu espero alguém que simplesmente faça parte do meu mundo, que me deixe fazer parte do dele e que construa comigo um mundo só nosso. Alguém com quem eu queira caminhar junto independente do caminho.
Quando começamos a gostar mesmo de alguém, passamos a fazer projeções e roteiros sobre como gostaríamos que as coisas fossem. É obvio que nada acontece desse jeito. Mas certos fatos gerais, tem que ser obrigatoriamente iguais aos que mentalizamos para que as coisas deem certo. Se a outra pessoa ao longo do tempo se demonstrar totalmente diferente do que você esperava, não tem como, porque a nossa realidade tem que ser pelo menos em parte a realização de nossos sonhos. Não adianta claro, sonhar com príncipes de fadas, a não ser que você atualize o seu conto.
Não vamos encontrar ninguém que seja totalmente igual idealizamos, mas precisamos encontrar alguém que de certa forma se encaixe na na 'fôrma' que criamos. Porque é isso que fará com que ela complete esse vazio que eu disse anteriormente que temos. E se ela realmente te preencher, todo o resto que você usava pra 'tampar' esse buraco não precisará mais existir na sua vida, vai torna-se dispensável. Acho que essa é a verdadeira mudança necessária para amar, largar coisas que fazia antes, porque você é verdadeiramente completo agora...
"Porque amor, ainda que tudo a minha volta esteja quebrado e destruído, meu mundo é inteiro com você. Você é minha paz quando eu estou em guerra." - Tirado do meu Diário de Namoro.
Paz... e amor! :)
















