Aproveitando meu ânimo repentino -ou insônia incômoda para quem preferir- vou falar sobre algo que venho refletindo a muito tempo. Relações de amor e ódio, como eu leio avidamente o tempo todo, qualquer conjunto de letras que passam diante dos meus olhos, não poderei usar meus super poderes para localizar em minha mente a fonte primitiva desse conceito. Relação de amor e ódio, alguém já ouviu falar?
Bem, minha opinião é importante pra mim e gostaria de compartilha-la já que sua curiosidade foi maior que seu tédio para vir novamente ao meu blog. Mas eu acredito que uma Relação de amor e ódio consista numa relação infernal em que suas emoções de dividam infinitamente entre esses dois sentimentos, opostos ou não. Lembrei-me de uma frase que um professor de química sempre anexava junto ao seu mail, não que eu seja compactuante, mas pode até ser que ela faça sentido nesse assunto.
Eu pensei em prometer a vocês que pararia com essa terrível mania de estender dolorosamente minhas frases e até mesmo perder a linha de pensamento e também que revisaria meus textos, mas já dá muito trabalho fazer isso no outro blog, o qual se vocês desejam conhecer, façam uma procura, não farei auto divulgação. De qualquer forma, aqui vou me reservar o direito de escrever dissimuladamente da forma que me convier.
Retornando ao assunto, a frase está no final do post, caso se interessem. As vezes eu tenho uma vontade imensa de jogar a minha irmã da escada ou amordaçar minha mãe e trancá-la em um quarto escuro. Não as vezes, frequentemente. E ainda assim, minha Mamãe é a pessoa que eu mais amo nesse mundo todo, depois do meu querido Deus. E minha irmã, é como minha princesinha de conto-de-fadas. Mas é inevitável admitir que eu as odeio na mesma proporção, nem sempre, mas odeio.
Parte de mim está chocada com essas palavras, acredite. Mas cada um com a terapia que lhe convém né? E falar livremente aqui, verdades ou não, é o que me apetece no momento.
Gostaria realmente de localizar uma raiz científica para esses sentimentos controversos, adoro explicitar para Priscila teorias científicas que deem suporte aos meus achismos muitas vezes inconvenientes, mesmo que as vezes eu concorde com ela, a ciência tem um ar de superioridade muito seduzente.
Mas, eu consigo bem discernir o que me faz amar e o que me faz odiar as pessoas. São elas mesmas! Elas tem atitudes tão repugnantes algumas vezes, que eu tenho mesmo vontade de fazê-las engolir um membro do próprio corpo. Mas não sei vocês, eu sou do tipo de pessoa que guarda essas atitudes com rancor e depois escarneço sobre elas em blogs que provavelmente só meia dúzias de perdedores vão ler!
Eu não quis realmente dizer isso, queridos leitores, mas essa síndrome de GossipGirl me acomete as vezes, experimentem ser malvados, é delicioso. Na medida certa claro, nerds, feios, gordos e excluídos socialmente não tem direito de fazerem isso sempre, muito menos em público.
Perdi totalmente o foco e arrotei idiotices escrotas ne? Acontece muito! Mas só com uma das minhas personalidades, as outras costumam ser mais civilizadas. Apresentarei elas para vocês eventualmente, principalmente A Vadia. Ela sabe bem alimentar uma relação de amor e ódio em algumas pessoas.
Enfim, não é preciso fazer como eu e se sentir mal por querer torturar cruelmente pessoas que você amava um segundo atrás. A culpa é delas e se não for, finja que é. E nunca lhes deseje a morte, como diria a boa e velha Denise, é melhor que elas sofram em vida! Hahaha Essa foi péssima.
Quando o efeito de seja que lá que droga eu tomei passar, eu prometo, ou não, que voltarei a abordar o assunto das Relações de amor e ódio. E eu não tenho que fazer tudo né? Aproveitem que eu despertei a curiosidade de vocês e vão logo para o google procurar artigos interessantes sobre isso! Não se esqueçam de compartilhá-los comigo!
Volto em breve com mais simulações. Eu tenho certeza... ou quase! Como diria o Chico...
"Tudo é amor.
Até o ódio, o qual julgas
ser a antítese do amor,
nada mais é senão o próprio amor
que adoeceu gravemente."
Francisco Cândido Xavier
Até o ódio, o qual julgas
ser a antítese do amor,
nada mais é senão o próprio amor
que adoeceu gravemente."
Francisco Cândido Xavier

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